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Há marcas que existem para preencher um mercado. A Kristiina Lassus existe por uma convicção. A designer finlandesa, radicada em Milão desde 1997, começou a explorar a produção de tapetes em 2006 depois de viagens extensas à Ásia, onde mergulhou nas tradições artesanais tibetanas e nepalesas. Em 2007 registou a sua própria marca e apresentou a primeira colecção — peças atadas nó a nó, produzidas no Nepal por artesãos que preservam técnicas levadas para aquele país pelos refugiados tibetanos na década de 1960. O que distingue esta colecção desde o primeiro dia é uma equação muito precisa: sensibilidade escandinava pela natureza e pela contenção formal, gosto italiano pela elegância e pelo detalhe, e maestria artesanal himalaia que transforma cada tapete numa peça irrepetível.
Em Kristiina Lassus, os materiais não são uma nota de rodapé técnica — são o ponto de partida do design. A lã tibetana utilizada nas peças da colecção principal provém de planícies a mais de 3000 metros de altitude, cardada, fiada e tingida à mão. Este processo manual introduz variações subtis de cor e textura que tornam cada exemplar único, mesmo dentro de um padrão idêntico. A seda natural amplifica o brilho e a profundidade visual das composições; o linho, o cânhamo, a urtiga e a seda de bambu acrescentam contrastes tácteis que se revelam com o uso. Curiosamente, estas peças ganham carácter com o tempo: o lustro da lã aumenta com os anos, tornando os tapetes progressivamente mais belos à medida que envelhecem. A qualidade de execução é fixada em 100 nós por polegada quadrada — um padrão que exige até 16 semanas de trabalho contínuo para completar uma única peça — e toda a produção respeita os critérios éticos certificados pelo Label STEP, que garante a ausência de trabalho infantil na cadeia produtiva.
O vocabulário formal de Kristiina Lassus é intencionalmente atemporal. As composições evitam tendências passageiras e apostam em geometrias suaves, texturas contrastantes e paletas de cor que envelhecem bem em qualquer contexto — desde apartamentos contemporâneos a espaços hoteleiros de representação. Os nomes das peças — Ksoo, Otane, Naaba, Oyo, Aiku — têm uma ressonância quase poética que reflecte a ligação da designer às culturas que estuda. Quase toda a colecção é personalizável em dimensão, forma, qualidade e cor, tornando cada encomenda um projecto colaborativo entre o estúdio milanês e o cliente. A vasta maioria das peças é produzida em série limitada e mediante encomenda, o que reforça o carácter exclusivo de cada aquisição.
Na SayRUG encontra a colecção completa de Kristiina Lassus com entrega para Portugal e para todo o mundo, opções de personalização e acompanhamento especializado para projectos residenciais e contratuais.